Marcos Santos, Director da Divisão de Negócio Office da Microsoft Portugal,afirma, por sua vez, que o aumento da mobilidade dos funcionários mudou a forma como as empresas olham para os escritórios. “Os escritórios virtuais apresentam uma tendência incontornável, dado permitirem trabalhar a partir de casa, sem um posto de trabalho fixo, mas mantendo uma morada de prestígio sem ter de gastar muito dinheiro, e pagar pelos serviços, como o arrendamento de salas de reunião, à medida que forem necessários”.
Empreendedores em Rede
Para líderes em Inovação, Empreendedores e Investidores. Porque... Sucesso é ser Feliz.
Quinta-feira, 31 de Maio de 2012
Coworking
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
Crowdfunding – financiamento colaborativo
Financie a sua ideia com a ajuda das redes sociais
Crowdfunding é um termo inglês que traduzido para português poderá significar “financiamento colectivo” ou “financiamento colaborativo”. É uma forma simples e recente de angariação de financiamento para um projeto através de uma comunidade que partilha os mesmos interesses.
No atual cenário de crise o crédito escasseia ou, simplesmente, é demasiado caro. O crowdfunding pode ser a alternativa de que precisava para financiar o lançamento do seu próprio negócio, para concretizar , um sonho há muito adiado ou, até, promover uma ideia.

Se tiver uma ideia ponha-a em prática.
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Quarta-feira, 9 de Maio de 2012
Dia da Europa, dia de Bolsa do Empreendedorismo
O lema é «ponha a sua ideia a render». Ali encontra aconselhamento gratuito sobre como criar ou expandir um negócio
Celebra-se esta quarta-feira o Dia da Europa e, ao mesmo tempo, tem lugar, em Lisboa, a Bolsa do Empreendedorismo.
«É a primeira vez que ao celebrar o Dia da Europa em Portugal se realiza uma Bolsa do Empreendedorismo, tendo como principais preocupações a recuperação da economia e a criação do emprego», disse à agência Lusa o responsável de comunicação da Representação Permanente da Comissão Europeia em Lisboa, Artur Furtado.
«Ponha a sua ideia a render»
O evento decorre no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, sob a designação «Ponha a sua ideia a render».
A Bolsa do Empreendedorismo é uma plataforma de encontro, onde quem quer criar ou expandir o seu negócio pode ter aconselhamento gratuito e, num mesmo espaço, contactar mais de 30 entidades responsáveis por diversos áreas, desde a proteção da propriedade industrial, até à incubação de empresas, capital de risco, recursos humanos e financiamento público e privado.
Neste espaço está disponível uma «loja do cidadão empreendedor», com gabinetes de apoio aos potenciais investidores, baseada num «modelo inovador» e que tem como objetivo fazer «algo muito mais ligado» às preocupações de quem quer investir.
O responsável considerou que, em Portugal, além das medidas de consolidação orçamental, é fundamental apoiar e fomentar «uma atitude proativa» que se foque no relançamento da economia, na criação de valor e de emprego.
No âmbito desta iniciativa, decorre ainda uma sessão plenária na qual os potenciais empreendedores vão ter «oportunidade» de ouvir e conhecer as experiências de gestores de topo, como António Portela, da Bial, Alexandre Pinto, da iCLio, Fernando Oliveira, da Sumol+Compal, e Micaela Larisch, da Micaela Larisch Design.
Os responsáveis máximos por três dos mais importantes sistemas de incentivos à atividade económica em Portugal - o Programa Operacional Fatores de Competitividade, o Programa Operacional Potencial Humano e programa FINICIA do IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento - estarão igualmente presentes na Bolsa do Empreendedorismo.
Também estão previstas sessões paralelas (workshops) nas quais os empreendedores vão poder trocar opiniões com especialistas, sobre vários aspetos: desde como desenvolver uma ideia até à preparação de parcerias.
Hoje, na sessão de abertura, estarão presentes os secretários de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, António de Almeida Henriques, e do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira.
Esta é uma iniciativa da Representação Permanente da Comissão Europeia em Portugal, em conjunto com o Gabinete de Informação do Parlamento Europeu, e com os ministérios da Economia e do Emprego e dos Negócios Estrangeiros, e enquadra-se também na Semana do Empreendedorismo da Câmara Municipal de Lisboa.
«É a primeira vez que ao celebrar o Dia da Europa em Portugal se realiza uma Bolsa do Empreendedorismo, tendo como principais preocupações a recuperação da economia e a criação do emprego», disse à agência Lusa o responsável de comunicação da Representação Permanente da Comissão Europeia em Lisboa, Artur Furtado.
«Ponha a sua ideia a render»
O evento decorre no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, sob a designação «Ponha a sua ideia a render».
A Bolsa do Empreendedorismo é uma plataforma de encontro, onde quem quer criar ou expandir o seu negócio pode ter aconselhamento gratuito e, num mesmo espaço, contactar mais de 30 entidades responsáveis por diversos áreas, desde a proteção da propriedade industrial, até à incubação de empresas, capital de risco, recursos humanos e financiamento público e privado.
Neste espaço está disponível uma «loja do cidadão empreendedor», com gabinetes de apoio aos potenciais investidores, baseada num «modelo inovador» e que tem como objetivo fazer «algo muito mais ligado» às preocupações de quem quer investir.
O responsável considerou que, em Portugal, além das medidas de consolidação orçamental, é fundamental apoiar e fomentar «uma atitude proativa» que se foque no relançamento da economia, na criação de valor e de emprego.
No âmbito desta iniciativa, decorre ainda uma sessão plenária na qual os potenciais empreendedores vão ter «oportunidade» de ouvir e conhecer as experiências de gestores de topo, como António Portela, da Bial, Alexandre Pinto, da iCLio, Fernando Oliveira, da Sumol+Compal, e Micaela Larisch, da Micaela Larisch Design.
Os responsáveis máximos por três dos mais importantes sistemas de incentivos à atividade económica em Portugal - o Programa Operacional Fatores de Competitividade, o Programa Operacional Potencial Humano e programa FINICIA do IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento - estarão igualmente presentes na Bolsa do Empreendedorismo.
Também estão previstas sessões paralelas (workshops) nas quais os empreendedores vão poder trocar opiniões com especialistas, sobre vários aspetos: desde como desenvolver uma ideia até à preparação de parcerias.
Hoje, na sessão de abertura, estarão presentes os secretários de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, António de Almeida Henriques, e do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira.
Esta é uma iniciativa da Representação Permanente da Comissão Europeia em Portugal, em conjunto com o Gabinete de Informação do Parlamento Europeu, e com os ministérios da Economia e do Emprego e dos Negócios Estrangeiros, e enquadra-se também na Semana do Empreendedorismo da Câmara Municipal de Lisboa.
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Terça-feira, 24 de Abril de 2012
O Escritório em Qualquer Lugar (The Anywhere Office)
Viagens longas, estar no escritório a horas certas e com flexibilidade limitada são coisas cada vez mais do passado. No futuro vamos assistir a um aumento da mobilidade no local de trabalho que vai criar o “escritório em qualquer lado”, um local onde os funcionários podem trabalhar a qualquer hora e a partir de qualquer lugar.
A flexibilidade e mobilidade no local de trabalho estão a tornar-se componentes atractivas nos processos de recrutamento e retenção. 66% dos profissionais de TI inquiridos afirmaram que aceitariam uma oferta de trabalho que pagasse menos para terem mais flexibilidade na utilização de dispositivos, acesso aos social media e maior mobilidade. Trabalhar a partir de casa também não incentiva a “preguiça”. 45 % dos teletrabalhadores admitem trabalhar duas e três horas extra por dia quando trabalham remotamente.
Aumento da produtividade e retenção de talentos são apenas dois dos benefícios de uma força de trabalho móvel. Sim, há mais.
Hipoteticamente, se 50 milhões de pessoas nos EUA trabalhassem a partir de casa metade do tempo, seria possível reduzir as viagens rodoviárias em cerca de 146 mil milhões de quilómetros por ano. Uma consequência de menos tempo na estrada seriam a prevenção de 77 mil acidentes e mortes no trânsito e também reduzir o consumo de petróleo em 281 milhões de barris. Para enquadrar este número, 281 milhões de barris significam 46% das importações do Golfo Pérsico.
Em 2013, os trabalhadores móveis vão representar 35% da força de trabalho global. Isto mostra-nos um novo mundo de oportunidades. Está a mudar o seu negócio para o novo “Escritório em Qualquer Lado”?
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Sábado, 21 de Abril de 2012
PRÉFACIO DO LIVRO O FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO
Empreendedorismo e Inovação:
requisitos para criar riqueza no futuro
Joaquim Borges Gouveia, Prof. Catedrático da Universidade de Aveiro
Diretor do DEGEI, Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da Universidade de Aveiro
Nos próximos anos colocar-se-ão enormes desafios decorrentes da actual situação económica mundial, resultante dos processos de globalização cujas consequências ainda estão longe de se encontrarem analisadas e conhecidas.
Neste conjunto de novas situações, cada um ver-se-á obrigado a definir um novo paradigma de competitividade, baseando-se num modelo assente na capacidade de conceptualizar, analisar e perspectivar o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou negócios em vez da satisfação de encomendas de terceiros cujo racional passa sempre pela produção de grandes quantidades com custos muito esmagados.
Esta alteração de paradigma implica uma maior capacidade científica e tecnológica dos recursos humanos nas empresas e do país, tornando o conhecimento num vector de competitividade absolutamente decisivo. Implica também a capacidade de desenvolver uma nova cultura empresarial, baseada na inovação, na competência, no empreendedorismo e no modelo em rede.
Estas características têm de fazer parte dos sistemas nacionais de ensino, formação profissional e educação ao longo da vida. É absolutamente necessário promover o aparecimento de uma nova classe empresarial virada para negócios de base tecnológica e com uma crescente componente de informação e conhecimento de rápida aplicação aos negócios, seguindo o desenvolvimento sustentável.
Nesta década, a competitividade dos países e das empresas tem assentado na informação, no conhecimento e na competência dos seus recursos humanos e por isso os factores de competitividade decisivos foram a inovação, a tecnologia e capacidade estratégica e de organização das pessoas e das empresas.
A mobilidade e a autonomia de saber fazer e de fazer fazer serão decisivas para que o crescimento económico seja sustentável a longo prazo. E isto só é conseguido com cidadãos mais educados, mais cultos, com uma forte componente ética e responsabilidade social e claramente mais empreendedores.
O modelo assente na concorrência foi progressivamente substituído por um modelo assente na cooperação e no partenariado com a procura da satisfação de novas oportunidades para criar novos produtos e serviços, de criar novas oportunidades de negócios e fazer crescer a actividade económica sem que a nossa classe empresarial tivesse a capacidade de alterar a sua postura e mudasse o paradigma de concorrência para uma postura de cooperação e de desenvolvimento de novos produtos e serviços com maior valor acrescentado.
A evolução dos negócios e das actividades económicas na última década tem conduzido, cada vez mais, a uma procura de soluções globais para os produtos com uma incorporação de serviços, exigindo uma maior formação académica, científica e profissional dos trabalhadores.
A competitividade e a inovação colocam às empresas do nosso país, um conjunto de desafios dos quais se destacam os seguintes:
- uma cultura do saber científico e tecnológico;
- um espírito empreendedor e de uma capacidade de inovação;
- capacidade de auto-aprendizagem ao longo da vida, criando estímulos para a melhoria da produtividade individual e de grupo/equipa;
- capacidade estratégica e de visão sobre novas oportunidades de negócios ou novas actividades;
- capacidade de liderança, de organização por processos e de gestão por projectos
A evolução dos negócios ao longo das últimas décadas tem implicado que novos conceitos e novas tecnologias sejam, utilizados sempre motivados pela crescente abertura dos mercados e internacionalização da economia, devido à globalização dos produtos e serviços, pela necessidade de criação de uma visão sistémica e integrada da empresa, uma crescente flexibilidade dos processos produtivos e por uma cada vez maior diversificação dos produtos e dos serviços.
O desenvolvimento económico sustentado é sem qualquer sombra de dúvida, assente na capacidade de gestão da tecnologia e no domínio da utilização das novas tecnologias. É através da tecnologia que se induz inovação de forma sustentada, sendo o acesso à tecnologia e a capacidade de a gerir de uma forma eficaz e eficiente o que torna as empresas mais competitivas e com sucesso mais duradoiro.
Mas a rotura de um sistema tecnológico permite a entrada de novas empresas concorrentes em mercados que até aí eram dominados por empresas que detinham o conhecimento das tecnologias maduras existentes no ciclo técnico-económico anterior. Aumenta a probabilidade de entrada no mercado de novos empreendedores.
Os novos modelos de organização, planeamento, direcção, gestão, produção e operação das empresas, baseado em redes cada vez complexas, permite a focalização no cliente determinando a melhor relação preço/qualidade, ciclos de desenvolvimento de novos produtos e serviços mais curto, uma resposta rápida aos clientes e ainda a customização, personalização e diferenciação dos novos produtos e serviços das empresas que assentam o seu modelo de competitividade nos recursos humanos, na inovação e no empreendedorismo dos seus colaboradores.
Domingo, 15 de Abril de 2012
O FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO
O Fenômeno do Empreendedorismo recentemente publicado pela Editora Saraiva - http://www.saraivauni.com.br/Obra.aspx?isbn=9788502144460 é a mais recente publicação do Professor Emanuel Leite
Você estaria pronto para desfrutar as inúmeras oportunidades surgidas com a revolução empreendedora que vem se alastrando pelo mundo? Nunca houve incentivos tão fortes nem tantas oportunidades de negócios, cursos de capacitação para os indivíduos que queriam criar seu próprio negócio, como atualmente.
Nossa economia só terá a ganhar se um número maior de pessoas optar pelo empreendedorismo. Os empreendedores serão uma fonte de criação de empregos. O mundo precisa urgentemente de pessoas com espírito empreendedor. Na economia do futuro, velocidade, flexibilidade, inovação e empreendedorismo serão fatores mais decisivos do que nunca.
Primeira obra que versa sobre empreendedorismo e enfoca realmente o que venha a ser o espírito empreendedor, este é um livro de consulta como um manual para iniciantes e uma fonte de inspiração para todos aqueles que desejam, de fato, entender o empreendedorismo, esse fenômeno que está transformando o mundo. Ideal para todos aqueles que querem ser empreendedores, aspiram ser donos de seu próprio negócio.
Escrito fundamentado em longas pesquisas pelo Professor Doutor Emanuel Ferreira Leite, único mestre e doutor com concentração na área do empreendedorismo, no Brasil, professor universitário, pós-doutor em Inovação e Empreendedorismo pela Universidade de Aveiro (Portugal), doutor pela Universidade do Porto, Portugal, introdutor da disciplina de Formação de Empreendedores, nas principais universidades do Estado de Pernambuco
Nos anos 80 do século XX, o Professor Emanuel Leite dirigiu a Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns (AESGA). À frente da AESGA liderou o processo de reconhecimento do curso de Administração de Empresas da Faculdade de Ciências da Administração de Garanhuns (FAGA). "A concepção e objetivos que norteiam o curso é a formação de profissionais de administração capacitados para serem empreendedores em micro, pequenas e médias empresas", visando a permitir ao formado a criação de seu próprio emprego (trecho, adaptado, do parecer nº 391/87/ CESu, 2º Grupo, 06/05/87).
No início dos anos 90 do século XX, foi um dos “idealizadores”, “formatadores” e coordenadores da 1ª Semana do Pequeno Empreendedor FCAP/UPE,
Nos anos 90 juntamente com o Professor Doutor Luis Manoel Borges Gouveia introduziu a disciplina Inovação e Criação de Empresas na Universidade Fernando Pessoa, uma das primeiras experiências de ensino de empreendedorismo em Portugal
Para elaborar este livro o Professor Leite contou com a colaboração do Professor Doutor Joaquim José Borges Gouveia, uma das maiores autoridades mundiais em empreendedorismo, doutor pela Universidade do Porto.
O Fenômeno do Empreendedorismo – Criando Riquezas é:
• Abrangente: cobre todos os tópicos relacionados com o desenvolvimento da capacidade empreendedora, tendo como meios básicos o pleno conhecimento do conceito de espírito empreendedor, comportamento empreendedor, caracterização do empreendedorismo, caracterização dos negócios, a compreensão do ambiente empresarial, da inovação e tecnologia, incubação de empresas de base tecnológica, via incubadora, os riscos do empreendedor, dos valores em que se baseiam a sociedade empreendedora, o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem do empreendedorismo, tendo em vista aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes fundamentais na formação do comportamento e valores empreendedores que levem a uma sólida capacitação em empreendedorismo e a criação da sua empresa.
• Extremamente prático: fornece informações detalhadas sobre como detectar as oportunidades que surgem, no dia-a-dia do empreendedor.
• Inclui numerosos exemplos de como o empreendedor pode ser bem-sucedido, na árdua tarefa de criar seu próprio negócio.
Emanuel Leite foi o vencedor do prêmio Belmiro Siqueira – 2001 - modalidade livro concedido pelo Conselho Federal de Administração
Terça-feira, 27 de Março de 2012
Google Play
A Google acaba de reformular a sua loja de aplicações, que passará a chamar-se Google Play e a disponibilizar uma oferta mais ampla.
A ideia é aproximar a Google Play do conceito popularizado pela Apple com o iTunes, pelo que esta loja de aplicações online passa a oferecer aplicações, jogos, livros, músicas e filmes.
O anúncio foi feito por Jamie Rosenberg, director de conteúdos digitais da Google no blogue oficial da empresa, que refere que a oferta inicial da Google Play inclui mais de 20 mil músicas gratuitas, meio milhão de jogos e aplicações e uma vasta selecção de livros electrónicos. Quanto aos filmes é referido que estão disponíveis para alugar milhares de títulos, alguns em alta definição.
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Quinta-feira, 15 de Março de 2012
Portugal na Ideia
Portugal importa do estrangeiro muito do que consome, facto que leva a uma elevada dependência externa e a um défice orçamental sistemático. Para combater esta realidade, tão prejudicial ao país, está prestes a nascer o portal Portugal na Ideia, com o objetivo de mostrar ao mundo todos os produtos das empresas portuguesas, desde que incorporem mão-de-obra e/ou matérias-primas nacionais.
Por agora, o projeto está em fase de angariação de aderentes, pessoas que ambicionem dar a conhecer o que de melhor se faz no nosso país. De acordo com comunicado enviado ao Empreendedores em Rede, a plataforma deverá ser lançada durante o primeiro semestre deste ano permitirá aos interessados "concretizar a vontade de adquirir bens nacionais".
Além disso, vai também revelar "um pouco da alma das empresas portuguesas aderentes, da sua atividade, dos seus produtos e da influência que exercem na economia e no emprego ao nível da região em que se inserem e no contexto mais global do país".
Além disso, vai também revelar "um pouco da alma das empresas portuguesas aderentes, da sua atividade, dos seus produtos e da influência que exercem na economia e no emprego ao nível da região em que se inserem e no contexto mais global do país".
Segundo os responsáveis, "todos podemos ter um papel na melhoria desta situação: se parte das compras forem substituídas pelo consumo de bens produzidos por empresas portuguesas contribuiremos não só para a redução da dependência externa como também para a manutenção de postos de trabalho e para o crescimento do emprego em Portugal", ou seja, "para a melhoria das condições de vida dos portugueses".
Uma montra que une o produtor ao consumidor
Uma montra que une o produtor ao consumidor
Em suma, o Portugal na Ideia pretende afirmar-se como "a montra que une o produtor ao consumidor", facilitando o estabelecimento de contactos entre as empresas portuguesas e favorecendo a dinâmica do tecido empresarial nacional. Uma vez que esta iniciativa quer ser uma fonte de benefícios para empresas e consumidores haverá vantagens para todos.
Durante a fase de pré-adesão, os produtores que desejem aderir ao portal "usufruem da oferta dos primeiros três meses e de um desconto de 50% nos três meses seguintes" e terão à sua disposição uma série de serviços para aumento da visibilidade dos seus produtos.
Para os consumidores que queiram fazer mais pela economia nacional estará disponível um motor de busca avançado para navegar pelas marcas e produtos aderentes, uma opção para voto nos produtos favoritos e para a criação de uma lista pessoal de preferências e ainda a possibilidade de gerir os eventos e feiras a visitar, conhecer em primeira mão as novidades das empresas nacionais, entre outras funcionalidades.
Clique AQUI para aceder à página do Facebook do Portugal na Ideia e saber mais sobre este projeto.
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Terça-feira, 13 de Março de 2012
Redes sociais chegam a 96% da população ‘online’ em Portugal
Portugal está acima da media mundial, que se fica pelos 82%.
Cerca de 96% da população ‘online' portuguesa é utilizadora das redes sociais, um valor superior à média mundial que se fica pelos 82%. Os dados são da ComScore. Dados da mesma consultora revelam que os portugueses passam um minuto a navegar nas redes sociais por cada quatro minutos passados na Internet.
Estes números revelam que a adesão dos portugueses às redes sociais está a crescer, com o desenvolvimento do ‘social networking'. De todas as redes sociais, o Facebook é o mais popular, com uma penetração de 85% entre a comunidade dos cibernautas. Um valor que também se situa acima da média mundial, que é de 55%. Em Portugal, nove em cada dez minutos passados numa rede social são gastos na rede criada por Mark Zuckerberg. Já o Twitter não conseguiu conquistar tantos portugueses, ficando-se por apenas 8% da cidadãos ‘online'.
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Quarta-feira, 7 de Março de 2012
O novo iPad já chegou
Apple apresentou o novo modelo do iPad, num evento realizado esta quarta-feira, em São Francisco. A apresentação fica para já marcada com uma nova polémica que alimenta as redes sociais.
O novo tablet da Apple nasceu e aparentemente não foi baptizado. Na apresentação oficial, o iPad foi apresentado apenas como o «novo iPad» e não como iPad 3 como muitos esperavam ou iPad HD como outros suspeitaram.
No site oficial o tablet é apresentado como «Resolutionary The new iPad» e indica que a pré-encomenda já está disponível.
O novo tablet do gigante informático tem um ecrã retina display, de elevada resolução (HD), assim como uma nova câmara na parte de trás, com uma resolução de 5-megapixel.
O novo iPad terá o mesmo custo de 499 dólares, nos EUA, para a versão de 16 GB. O iPad 2 vai sofrer uma redução de 100 dólares.
Vai ter ainda tecnologia 4G e um processador mais potente do que o seu antecessor. É 9.4 milímetros mais fino que o antecessor.
O novo iPad pode ser também transformado num hotspot de internet sem fios para cinco outros aparelhos.
Além do novo iPad, que chega a Portugal a 23 de março, a empresa apresentou uma versão renovada da Apple TV e a atualização do sistema operativo IOS.
Segunda-feira, 5 de Março de 2012
Facebook alarga timeline às empresas
Depois as contas dos utilizadores particulares, agora é a vez da timeline chegar às páginas das empresas no Facebook.
O Facebook anunciou que até ao final do mês de Março as contas das empresas e de outras entidades irão passar a contar com a funcionalidade timeline (linha do tempo), que tanta polémica deu aquando da sua introdução.
Com esta novidade as empresas e as celebridades passam a poder criar pequenos sites dentro das suas contas nesta rede social, podendo desta forma promover ideias e produtos.
Os responsáveis pela rede social avançaram que a criação destes pequenos sites não tem qualquer custo associado, sendo que a ideia por detrás desta inovação é atrair mais publicidade para o Facebook.
Mas esta não foi a única novidade apresentada na conferência de marketing do Facebook, que decorreu em Nova Iorque. As empresas poderão também publicitar ofertas, promoções e descontos na sua página na rede social.
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Programas de apoio às empresas no valor de 190 milhões de euros
Segundo o secretário de Estado, estão previstos vários tipos de apoio desenvolvidos no contexto do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e para a Inovação que o Governo está a promover.
Carlos Oliveira indicou que as empresas vão poder, nomeadamente, contar com mais apoios na participação em eventos internacionais. "Num momento em que as exportações são a chave da competitividade e da retoma da nossa economia, este será um apoio importante para as empresas", afirmou, sábado, em Paços de Ferreira, na abertura da 38ª edição da Capital do Móvel.
Revelou que serão disponibilizados incentivos para o aumento da produção nacional e para o empreendedorismo qualificado ou de base local, com o objetivo de apoiar empresas recentes.
Também estará disponível um novo incentivo que permite a candidatura de empresas a um programa europeu de investigação e inovação. "É uma oportunidade para as empresas participarem em redes internacionais", sublinhou o secretário de Estado.
Segundo Carlos Oliveira, desde setembro, mais de 7200 empresas já aderiram ao prolongamento da linha PME Invest lançado pelo Governo, que permite às empresas, durante 12 meses, apenas pagarem juros do financiamento que obtiveram. Assim, durante os 12 meses, as empresas deixarão de ter de pagar cerca de 300 milhões de euros de capital, acrescentou.
Respondendo à preocupação que ouviu dos empresários locais, sobretudo no que tem a ver com as dificuldades de financiamento, revelou que o Governo está a trabalhar com o Banco de Portugal e com a banca "no sentido de encontrar novos mecanismos para ajudar as empresas".
Carlos Oliveira insistiu que "o Governo está concentrado na criação de um contexto mais favorável, de menores barreiras aos negócios e à capacidade da criação de emprego".
Por isso, disse, estão em curso várias reformas estruturais para "baixarem o fardo de custos de contexto, para que as empresas possam operar e serem mais competitivas".
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