terça-feira, 7 de dezembro de 2010

EMPREENDEDORISMO = ESPÍRITO EMPREENDEDOR + OPORTUNIDADE + LIBERDADE DE AÇÃO

EMPREENDEDORISMO = ESPÍRITO EMPREENDEDOR + OPORTUNIDADE + LIBERDADE DE AÇÃO
A atividade empreendedora envolve identificar oportunidades dentro do sistema econômico. O empreendedor percebe o que cliente necessita e, em seguida, diferencia o produto ou serviço para ele.
As idéias estão a seguir a economia, estão a enriquecer as pessoas e acima de tudo estão a mudar o mundo. Logo, mesmo que o indivíduo não tenha a menor percepção de como organizar a produção de idéias, uma coisa está clara: se conseguir que as pessoas aceitem, adorem e cultivem suas idéias, o promotor das idéias será um vencedor. Ganhará reconhecimento e poderá mudar o mundo.
Uma idéia parada não vale nada, mas uma idéia em movimento sim, pois cresce e contamina todos os que entram em contato com ela. Uma idéia contagiante começa com um manifesto de idéia, um ensaio, lógico e poderoso, que reúne uma série de idéias existentes e as transforma em uma idéia nova e mais ampla, mas unificada e atraente.
Às vezes esse manifesto assume o formato de um ensaio escrito. Também pode ser uma imagem, uma canção, um produto ou um processo eficiente e eficaz.
O meio não importa. O que importa é a mensagem. Se for capaz de utilizar seu manifesto para mudar a forma de pensar, falar e agir das pessoas o empreendedor terá criado algo de valor.
É preciso entender que o consumidor já não está interessado em comprar um produto/serviço. Na verdade, o produto/serviço não passa de um artefato, em volta do qual acontecem experiências:
a) Quais são os nossos clientes?;
b) O que eles valorizam?; e
c) Como eles podem acessar nossos produtos/serviços?.
Mais ainda: os clientes não mostram grande vontade de aceitar experiências engendradas pelas empresas. Querem cada vez mais, dar forma às experiências deles mesmos.
Qualquer empresa sem estratégia simplesmente corre o risco de se transformar numa folha seca que se move ao capricho dos ventos da concorrência.
A única forma de prosperar ao longo prazo é perceber de que forma ela pode ser diferente das outras empresas. As capacidades gerenciais são diferentes das capacidades empreendedoras.
O empreendedor preenche as deficiências do mercado com a oferta de novos produtos e serviços. O empreendimento envolve as “atividades necessárias para criar ou continuar uma empresa onde os mercados ainda não estejam bem estabelecidos ou definidos claramente e/ou em que parte relevante da função de produção não está completamente conhecida ou estabelecida”.
O empreendedor reconhece e age em cima das oportunidades do mercado. É essencialmente um inovador, envolve-se com a criação de organizações novas.
Empreendedorismo “é o processo de identificar, de desenvolver e de trazer uma visão à vida. A visão pode ser uma idéia inovadora, uma oportunidade, ou simplesmente uma maneira melhor de fazer algo.”
O resultado final deste processo é a criação de algo novo correndo todos os riscos, dado a forma sob circunstâncias do risco e da incerteza considerável.
Todos os seres humanos têm uma área da vida na qual é especial, seja no campo das competências intelectuais, seja na área das emoções – e por isso pode inspirar outras pessoas.
O problema é que, muitas vezes, os indivíduos não sabem sequer rastrear as próprias habilidades. Faz-se mister desenvolver a capacidade empreendedora, portanto, é descobrir quais são nossas aptidões.
Em um ambiente competitivo, um empreendedor é o desbravador das oportunidades. Para cada oportunidade há sempre um obstáculo a ser superado. Expande os mercados, mas aumenta a concorrência.
Em resumo, o empreendedorismo é visto freqüentemente, enquanto uma função que envolva a exploração das oportunidades que existem dentro de um mercado.
Tal exploração é a mais geralmente associada com o sentido e/ou a combinação de novas formas de produção.
Os empreendedores geralmente correm riscos ao perseguir oportunidades, e usualmente associados com as ações criativas e inovadoras, além de atingir os seus objetivos. Neste sentido, a atividade empreendedora é fundamental para o desenvolvimento econômico de qualquer país.
Pode ser apresentado como um indivíduo cheio de energia, em contraste com aqueles que não apresentam o mesmo comportamento empreendedor.
Põem em marcha os processos revolucionários associados com a mudança. Para tanto tem necessidade de aprender, pendor para ação, gosto pela ambigüidade, antipatia por ofuscadores pomposos e inflexíveis, disposição para tiros certeiros, crença na curiosidade de todo o mundo, uma vontade de ser estranho.
Quando uma empresa se adapta a mudança, ela está apenas fazendo o mínimo para sobreviver. Para ter sucesso, precisa se antecipar à transformação, mais rápida do que a mudança.
Podemos afirmar que tudo gira em torno da oportunidade, do empreendedor (sua equipe) e dos recursos necessários para iniciar a empresa. Destes três componentes:
a) o empreendedor e sua equipe são considerados os mais importantes;
b) o segundo componente é a oportunidade. As oportunidades existem devido às constantes mudanças, às incongruências, ao caos, etc.. ; e
c) o terceiro componente é o recurso. Saber quando estes três componentes combinam entre si e quando não, é a chave do êxito empresarial.
Os empreendedores são capazes de diferenciar rapidamente uma idéia de uma oportunidade.
É fundamental no empreendedorismo a capacidade de identificar idéias que podem converter-se em oportunidades empresarias que surge da capacidade de ver o que outros não vêem que um mais um é igual a três ou mais. Em outras palavras, oferta de produtos / serviços que atendam aos desejos e necessidades dos clientes e não os que a empresa quer. Nenhum valor é criado, a menos que haja compradores para o produto / serviço colocado no mercado.
Se os empreendedores se concentrarem em fazer contribuições inovadoras numa área que os apaixone, que as façam melhor do que ninguém e que impulsione seu empreendimento de forma sustentável e econômico, o crescimento certamente virá, baseado na ética, paixão pelo que faz capacidade de execução com obstinação e perseverança em busca do sucesso.
Os comportamentos essenciais do empreendedor bem-sucedido são:
a) conhecer os seus colaboradores e seu negócio;
b) insistir no realismo;
c) recompensar os “fazedores”; e
d) determinar metas e prioridades claras;
- ampliar a capacidade dos colaboradores pelo treinamento;
- conhecer a si mesmo;
- tolerância ao risco e a incerteza;
- obsessão pela oportunidade; e
- motivação para realização.
Empreender é o processo de ouvir, perceber o desejo / necessidade e inovar, oferecendo ao cliente uma alternativa melhor, mais rápida e mais econômica do que as já existentes no mercado.
Nesse contexto o surgimento da Internet tem se convertido em uma força propulsora do empreendedorismo, sem precedentes na história da humanidade.
Promover a criação de empresas, o reconhecimento social dos empreendedores e a percepção de que existem oportunidades de negócio, são medidas que fomentam o crescimento econômico de uma sociedade.
O empreendedor deve concentra-se em fazer contribuições inovadoras que se situem na intersecção de três círculos: o que o apaixona, o que ele faz de melhor do que ninguém e o que impulsiona o motor sustentável, rentável e econômico. Assim, o crescimento é certo.
A aplicação da fórmula de sucesso exige trabalhar o perfil do empreendedor e sua equipe:
a) De onde vêm os fundadores?;
b) Onde estudaram?;
c) Onde trabalharam e para quem?;
d) O que alcançaram profissional e pessoalmente no passado?;
e) Qual é sua reputação entre o pessoal do ramo?;
f) Que experiências relevantes para os negócios eles têm?;
g) Que técnicas, capacidades e competências eles têm?;
h) Até que ponto são realistas, a respeito das chances de sucesso da nova iniciativa e das dificuldades que terão de enfrentar?;
i) Quem mais precisa estar na equipe?;
j) Eles estão preparados para recrutar pessoas de alta qualidade?;
k) Como reagirão nas adversidades?;
l) Eles têm a disposição necessária para fazer as inevitáveis escolhas que terão de ser feitas?;
m) Até que ponto eles estão comprometido com esse empreendimento? e
n) Quais são as suas motivações?
Quatro fatores essenciais e interdependentes para qualquer novo empreendimento são:
a) as pessoas – empreendedores e empreendedoras que criam e gerenciam a empresa, bem como terceiros, fornecedores de serviços-chave e recursos importantes, como clientes, advogados, contadores e fornecedores;
b) a oportunidade – o perfil do negócio em si: o que se quer vender e para quem, se o negócio pode crescer e a que velocidade, qual o raciocínio econômico por trás dele, o que ou quem poderia impedir o seu sucesso;
c) o contexto – a visão macro – a legislação, as taxas de juros, as tendências demográficas, inflação e aspectos afins – basicamente fatores que podem ter impacto significativo sobre o empreendimento, mas não podem ser controlados; e
d) o risco e a recompensa – uma avaliação de tudo que pode dar errado e certo e uma previsão de como a equipe empreendedora pode reagir.
As pessoas podem estar à procura de alguma coisa diferente do que pode encontrar hoje no mercado. Vivemos novos tempos. Uma Era de mudanças, transformações onde florescem as oportunidades para empreendedores de visão mais alargada.
É chegada a hora de arriscar, ser arrojado para desenvolver produtos/serviços de valor acrescentado para a empresa e que atenda os desejos e necessidades dos clientes.
A coisa mais frustrante para um indivíduo de 20 e poucos anos com um bom diploma universitário é ter que ir trabalhar em uma grande empresa. Esse jovem dever ser orientado para ser um empreendedor, montar seu próprio negócio.
O mundo dos negócios é uma verdadeira selva. Uma selva em que as idéias novas substituíram as anteriores, mudaram, fundiu-se e se “integraram” – em um enfoque sistêmico. Uma selva cuja evolução não se detém.
É preciso ter atenção a novas áreas do conhecimento, ao empreendedorismo e as novas empresas, ênfase na colaboração de projetos que envolvam os setores públicos e privados e na formação de redes, mobilidade de pesquisadores e flexibilidade institucional e uma criteriosa avaliação de resultados e impactos no tecido econômico, social e no ecossistema.
Na selva dos negócios, vários empreendedores já perceberam que o mundo se transformou num ambiente político-econômico fluido e sem fronteiras.

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